Agência de imigração – minha experiência

emigration

Mais um jaba gratuito (e-migration olha a gente aqui!!!)

Em outro post expliquei um pouquinho o que é, o que faz, e brevemente relatei minha experiência com a agência de migração, aqui vou destrinchar um pouquinho mais sobre minha consulta com a agente de migração.

Começamos a pesquisar sobre a possibilidade de imigrar para Austrália e conseguimos muitas informações em pesquisas pela internet, algumas contraditórias entre si, o que nos deixava por vezes um tanto confusos, acreditamos que a melhor forma de saber nossas reais chances de conseguir um visto permanente seria então consultar uma agente de migração, pesquisamos muito, procuramos agentes que já tivessem aplicado na área da saúde, e não encontramos, fomos na coragem e nosso pré-requisito era encontrar alguém que fizesse nossa consulta em português, afinal o Lucas acompanharia uma entrevista em inglês, eu não.

Em 03 de agosto de 2016 realizamos nossa entrevista com a Lohraine, da e-migration. Achávamos que já sabíamos muito, e que a Lohraine só nos confirmaria o quão fácil seria nosso processo. Nossa ideia era aplicar o visto pela profissão do Lucas (Fisioterapia) e #partiuAustrália.

Nossa entrevista durou mais de duas horas (sim, isso mesmo, mais de DUAS horas), e a Lohraine foi muito atenciosa, explicando tudo e nos mandando material extra para que pudéssemos compreender ainda mais. Nos explicou todo o processo de validação de diploma de fisioterapia, que não era tão simples como imaginávamos (falei sobre esse processo aqui, aqui e aqui), e nos orientou a tentar o processo pela minha profissão psicologia (falarei sobre o processo no próximo post).

Inicialmente fiquei bem assustada com a proposta e não conseguia nem imaginar como conseguiríamos isso, afinal meu inglês nunca avançou e nem mesmo tenho certeza se gostaria de exercer a profissão em terras australianas.

A partir da entrevista percebemos que nosso caminho não seria tão simples como imaginávamos. Fizemos uma revisão nos planos e vimos que o caminho poderia ser mais longo do que imaginávamos. Antes de conseguirmos nosso visto de residência permanente programamos um intercâmbio, mas este é assunto para outro post…

Gostou do conteúdo? Tem informações complementares? Alguma dúvida? Está neste processo? comente aqui e vamos trocando figurinhas…

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4 comentários em “Agência de imigração – minha experiência

  1. Mari, boa tarde! Obrigada por compartilhar todo o seu processo/ seu e do seu marido.
    Fiquei com uma dúvida que se pudesse esclarecer será de muita valia.
    Se vocês tentam o visto de residentes por uma das profissões fisioterapia ou psicologia o seu companheiro(a) por serem casados poderá ter o visto de residente também, mesmo sem ter aplicado em sua respectiva profissão?

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    1. Olá Larissa, caso o seu companheiro (a) esteja também tentando a aplicação, você receberá pontos extras no processo de aplicação do visto permanente. De qualquer modo, caso não haja aplicação por ambos, é possível que o companheiro (a) entre como partner. O partner sempre terá os mesmos direitos que o aplicador principal.

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